Toxina botulínica, botox, injeção da beleza. Três nomes, um tratamento

Procedimento estético suaviza rugas e linhas de expressão causadas pela contração da musculatura da face 

O nome toxina botulínica pode não inspirar muita confiança para quem pretende realizar um tratamento estético, mas quando se fala em Botox ou “injeção da beleza”, as coisas mudam, certo? Bem, os três nomes são utilizados para as mesmas coisas e os resultados são rejuvenescedores.

“Conhecida popularmente como Botox, a toxina botulínica tipo A é uma proteína usada para diminuir a contração da musculatura facial”, explica a biomédica da Clínica Anis, Bruna Rodrigues. “A toxina botulínica tipo A tem ação de suavizar as rugas e linhas de expressão causadas pela contração da musculatura da face. Para este fim estético injetamos pequenas doses de Botox no lugar a ser tratado”, completa.

Segundo a especialista, o resultado obtido é “espetacular”. Ela ressalta que é possível verificar uma pele sem rugas e com aspecto mais jovem, aproximadamente cinco dias após a aplicação.

Botox

No Brasil, a utilização do Botox foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em 1992. Foi a primeira toxina botulínica registrada no País e a cada ano tem recebido mais indicações estéticas e terapêuticas, como acontece no tratamento para hiperidrose (condição médica em que a pessoa sua excessivamente e de forma imprevisível).

Segundo Bruna, em seu local de trabalho a média de aplicações é de 21 por mês. “Hoje a toxina botulínica é um dos procedimentos estéticos mais usados em todo o mundo, por conta de seus benefícios visíveis.” E ela explica que há uma filtragem para realizar o procedimento.

“Nossos critérios de aplicação não só para o Botox, mas também para outros tratamentos estéticos. Pele íntegra, nenhum tipo de doença imunodepressora e não estar grávida ou lactante.” No mais, ela destaca que pessoas acima de 18 anos que já tenham necessidade de fazer a aplicação podem realizar o procedimento após uma anamnese criteriosa pelo biomédico esteta.

Ela destaca, ainda, que para o procedimento é feita a anestesia local para não gerar nenhum incômodo ao cliente. Bruna afirma que os riscos são mínimos, como vermelhidão e hematomas, caso pegue algum vaso sanguíneo.